
Last Updated: 2026-06-26 | Por Mateo Rojas
Você quer saber se a Bybit no Brasil é confiável, e provavelmente
ouviu duas coisas: que tem taxas baixas e um app excelente… e que em 2025 sofreu o maior hack da história
cripto. As duas são verdade, e por isso esta análise vai direto ao que de fato te preocupa: é seguro
colocar seu dinheiro lá hoje?, dá para usar reais por PIX?, e o tal cartão? Testei a Bybit no
Brasil com meu próprio dinheiro — PIX, P2P, o app e revisando como ela respondeu à crise — e conto aqui sem
filtro de afiliado: o bom, o que melhorou depois do hack e o que você deve vigiar antes de confiar seus
reais.
Nesta análise você vai encontrar:
- Se a Bybit é confiável no Brasil após o hack de 2025 (e como ela respondeu de verdade).
- O que dizem o Reclame Aqui e as lojas de apps — sem maquiar os pontos fracos.
- As taxas reais (spot, futuros e P2P), o depósito por PIX e se o Bybit Card vale a pena.
- Prós, contras e para quem a Bybit faz sentido — e para quem não — em 2026.
O que é a Bybit e ela é confiável no Brasil em 2026?
A Bybit é uma exchange de criptomoedas conhecida pelas taxas baixas, pela potente
plataforma de derivativos e por um app considerado dos melhores do setor. Em 2026 se consolidou como a
segunda maior exchange do mundo por liquidez, com dezenas de milhões de usuários e volume
diário na casa das dezenas de bilhões de dólares. No Brasil, ganhou espaço entre quem faz trading ativo e
entre quem busca comprar USDT ao menor custo por P2P, com integração ao PIX e suporte em português. Mas o
teste de fogo dela — e o que mais gera dúvida — foi outra coisa.
A pergunta obrigatória: é confiável depois do hack de 2025? Vamos ser diretos: em 2025,
a Bybit sofreu o maior hack da história cripto, com cerca de US$ 1,5 bilhão
roubado. E, mesmo assim, fez o que poucos teriam conseguido: reembolsou 100% dos fundos afetados em
torno de 72 horas, sem que os usuários perdessem dinheiro. Visto a frio, esse episódio diz mais a
favor da Bybit do que contra: provou solvência e capacidade de resposta no pior momento. Não minimizo o
fato — um hack dessa escala é gravíssimo — mas a forma como ela respondeu virou, hoje, parte do seu cartão
de visita.
No técnico, a Bybit mantém prova de reservas pública com árvores de Merkle (com a
ressalva honesta de que esses relatórios nem sempre têm verificação independente), KYC obrigatório e as
medidas de segurança padrão de uma exchange grande. É licenciada por autoridades como a VARA
(Dubai), o Banco Nacional da Geórgia e a Astana (Cazaquistão). Mas, como a Bitget, não é
uma corretora brasileira auditada sob a Lei 14.478/2022, como o Mercado Bitcoin. Minha leitura:
como plataforma global de trading e baixo custo, a Bybit está entre as mais sólidas; como única conta para
a sua tranquilidade de uma corretora nacional, convém acompanhar.
A Bybit em números (2026)
Para dimensionar: segunda exchange do mundo por liquidez, dezenas de milhões de usuários, taxa spot de
0,1%, P2P sem taxa de plataforma, integração ao PIX e um
Mastercard de débito (Bybit Card) disponível no Brasil via região LATAM. Atrás desses
números há uma história de resiliência — o reembolso de 2025 — que, para muitos usuários, acabou pesando
mais do que o susto inicial.
Vale notar também o movimento da Bybit em direção ao Brasil. Nos últimos anos ela apostou no mercado
brasileiro com app e comunicação em português, integração ao PIX e campanhas locais voltadas a quem está
começando, além de um ecossistema completo (P2P, cartão, Earn e ferramentas de trading). Para o usuário,
isso é bom: significa menos fricção para operar em reais e mais recursos em português. Mas não confunda
“presença forte no Brasil” com “corretora brasileira regulada” — são coisas diferentes, e é justamente essa
distinção que mais pesa quando você decide quanto do seu dinheiro deixar em cada plataforma. A presença local
melhora a experiência; a regulação nacional é que dá o respaldo jurídico. A Bybit entrega a primeira, não a
segunda.
Reputação no Brasil: Reclame Aqui e lojas de apps (sem maquiar)
Aqui eu não vou enfeitar, porque é o que mais pesa para o brasileiro. No Reclame Aqui,
a Bybit tem um ponto fraco claro: o tempo médio de resposta é lento — na casa de 19 dias —
e as queixas mais comuns são problemas de saque e atrasos no PIX, com
alguns relatos de transferências que demoraram semanas ou de dificuldade para encerrar a conta. Por outro
lado, nas lojas de aplicativos o app é muito bem avaliado, e a reputação global entre
traders é boa. Como conciliar? Pela minha experiência e pela leitura de muitas reclamações: a maioria dos
casos graves nasce de KYC malfeito ou de saque tentado logo após mudar senha/dispositivo,
mas o atendimento lento é uma fragilidade real da Bybit no Brasil — uma corretora nacional
costuma resolver mais rápido. Traduzindo: a Bybit é forte em app, custo e liquidez, fraca em velocidade de
suporte local. Saber disso de antemão evita frustração.
Taxas da Bybit no Brasil: é mesmo barato?
A Bybit compete na liga das taxas mais baixas. No spot, cobra 0,1% maker
e taker — uma operação de R$ 1.000 paga cerca de R$ 1. Em futuros, maker a partir de
0,02% e taker em torno de 0,055% (com alavancagem de até 100x). E, o mais
importante para quem entra com reais: o P2P não cobra taxa de plataforma; você só paga o
spread do vendedor. Para “dolarizar” reais comprando USDT, o P2P por PIX é a via mais barata.
| Tipo de operação | Taxa Bybit | Observação |
|---|---|---|
| Spot (compra/venda) | 0,1% maker/taker | Das mais baixas do mercado |
| P2P (com PIX) | 0% de plataforma | Só o spread do vendedor |
| Futuros | 0,02% maker / 0,055% taker | Só para quem tem experiência |
O “porém” honesto, igual a qualquer exchange: a taxa de saque on-chain depende da rede
(USDT por TRC-20 sai barato; por ERC-20 pode custar mais se a Ethereum estiver congestionada). Não é uma
cobrança da Bybit, e sim da rede, mas impacta seu custo final ao sacar.
Um ponto extra para quem opera muito: as taxas spot caem por níveis VIP conforme seu
volume dos últimos 30 dias e seus saldos, então, se você movimenta valores altos, o custo efetivo pode ficar
abaixo do 0,1% base. Para o usuário comum que compra e guarda, porém, o que manda é o de sempre: use o P2P
por PIX para entrar com reais ao mínimo custo e deixe o spot para ajustes pontuais.
Como abrir conta e o KYC na Bybit (com CPF)
O cadastro é rápido: você se registra com e-mail e telefone, configura o 2FA de imediato
(melhor com app do que com SMS) e completa a verificação enviando um documento com foto (RG ou CNH), seu
CPF e uma selfie. A aprovação costuma levar de minutos a horas. O KYC é obrigatório
para liberar P2P, depósito em reais e resgate de recompensas. Duas regras que evitam quase todos os
problemas: use seu nome real igual ao do documento e vincule só contas de pagamento no seu próprio CPF.
Depois de verificado, faça uma compra de teste pequena antes de mover valores importantes.
Bybit frente a Bitget e ao Mercado Bitcoin: onde fica no custo
Para situar a Bybit sem repetir nossa comparação completa: o Mercado Bitcoin (nacional,
regulado pela Lei 14.478/2022) tem PIX grátis e suporte local, com taxa de negociação geralmente maior que a
de uma exchange global de baixo custo; Bitget e Bybit empatam no mais barato
(spot ~0,1% e P2P sem taxa). Frente à Bitget, a Bybit costuma ganhar na qualidade do app e no cartão com
cashback; a Bitget ganha em copy trading e no Fundo de Proteção. Para acumular USDT por PIX ao menor custo,
qualquer uma das duas internacionais é excelente. Se você quer o quadro completo com todas as plataformas,
está no nosso guia da melhor corretora.
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Segurança da Bybit: o hack de 2025, o reembolso e a prova de reservas
Nenhum tema importa mais depois de 2025, então vamos de frente. A Bybit foi vítima do maior hack
da história das criptomoedas, com o roubo de cerca de US$ 1,5 bilhão em ativos. O decisivo para o
usuário foi a resposta: a Bybit cobriu e reembolsou 100% dos fundos afetados em torno de 72 horas,
recorrendo às suas reservas e ao apoio do setor, de modo que os clientes não perderam dinheiro.
Num mundo em que outras exchanges simplesmente quebraram e sumiram com a poupança das pessoas, essa diferença
é enorme: provou que ela tinha com que responder.
Hoje, os pilares de segurança são os esperados em uma exchange do tamanho dela:
- Prova de reservas pública: publicada com árvores de Merkle, para verificar que respalda os ativos dos usuários (com a ressalva de que os relatórios nem sempre têm verificação independente).
- KYC obrigatório e 2FA: reduzem a fraude de contas; ative sempre.
- Resiliência comprovada: o reembolso de 2025 é, paradoxalmente, a sua melhor credencial de solvência.
Isso quer dizer que não há risco? Não. Nenhuma exchange substitui a sua própria segurança: para valores
grandes, tire parte para uma carteira de autocustódia. Mas, se a pergunta é “será que me devolveriam o dinheiro
se algo acontecer?”, o precedente de 2025 responde melhor que qualquer slogan.
O que o hack de 2025 ensina para você
Além da manchete, o episódio deixa lições úteis para você como usuário. Primeiro: até a segunda maior
exchange do mundo pode ser atacada, então a ideia de que “uma plataforma grande é invulnerável” é falsa — o
que distingue as boas não é nunca serem atacadas, e sim terem com que responder. A Bybit teve.
Segundo: o reembolso foi possível porque ela mantinha reservas e respaldo; por isso a prova de
reservas que ela publica hoje importa tanto — é a evidência de que o dinheiro existe. Terceiro, e mais
prático: o ataque foi à plataforma, não às contas individuais por descuido dos usuários; ainda assim,
quem tinha a parte importante em autocustódia nem sentiu. A conclusão sensata não é “fuja da
Bybit”, e sim “use exchanges que demonstrem solvência e, para o que você não quer arriscar, tenha as suas
próprias chaves”. Essa combinação — plataforma sólida mais autocustódia para o grosso — é a que melhor protege
seu dinheiro, aconteça o que acontecer.
Como blindar a sua conta da Bybit na prática
Além da segurança da exchange, boa parte da sua proteção depende de você. A Bybit oferece ferramentas que
vale ativar desde o dia um: 2FA com app autenticador (não só SMS, mais vulnerável a SIM
swapping), um código antiphishing que aparece nos e-mails legítimos para você flagrar os
falsos, e a opção de colocar suas carteiras de saque em lista branca, de modo que os fundos
só saiam para endereços que você aprovou. Some uma senha única e forte (não a que você usa em outros sites) e
desconfie de qualquer mensagem, link ou “suporte” que te procure por fora do app. A maioria dos roubos a
usuários não é hack da exchange, e sim phishing e descuido pessoal. Se você ativar essas três coisas — 2FA por
app, código antiphishing e lista branca de saques — já está à frente de 90% das vítimas. E, para valores
importantes, repito mais uma vez: autocustódia.
Depósito em reais, produtos e o Bybit Card
A Bybit cumpre para o Brasil no básico: tem integração com o PIX e um P2P
que te deixa comprar USDT com reais ou vender e receber uma transferência, muitas vezes com melhor câmbio. A
via mais barata para entrar com reais segue sendo o P2P por PIX, sem taxa de plataforma.
Como comprar e vender USDT na Bybit por PIX, passo a passo
Com a conta verificada: para comprar, (1) entre em P2P →
Comprar → USDT; (2) filtre por PIX e por valor; (3) escolha
um vendedor com muitas operações e boa taxa de conclusão; (4) abra a ordem, faça o PIX para a
chave indicada (no seu CPF), suba o comprovante e confirme; (5) o USDT, retido em escrow, é
liberado em minutos sem taxa de plataforma. Para vender, é o espelho: em P2P → Vender → USDT,
filtre por PIX, escolha um comprador com boa reputação, abra a ordem e, quando ele te pagar, confirme só
depois de ver o dinheiro na sua conta — então libere o USDT do escrow. Se você já tem saldo, comprar ou
vender no spot (USDT/BRL ou BTC/USDT) é questão de um par de cliques. Regra de ouro do P2P:
comunique-se só pelo chat da Bybit e nunca feche o negócio por fora.
O Bybit Card: pagar com cripto no Brasil
Uma das funções mais atraentes para o usuário brasileiro é o Bybit Card, um Mastercard de
débito disponível no Brasil via região LATAM que transforma suas criptos em pagamentos reais. Dá
cashback de 2% (nível base) até 10% (VIP) e reembolsos em serviços como Netflix, Spotify ou
Amazon Prime. Soa ótimo, mas aqui vai o dado honesto que quase ninguém destaca: ele cobra uma taxa de
conversão de 0,9% (mínimo 1 USD) e, sobretudo, uma taxa de câmbio (FX) perto de 2% em compras
em reais. Ou seja, para o gasto do dia a dia em reais, esse 2% pode comer o cashback. Meu veredito
sobre o cartão: útil para gastos pontuais ou se você espreme o cashback em assinaturas, mas não o use como meio
de pagamento principal em reais sem ter esse custo FX claro.
A quem realmente convém? O Bybit Card brilha se você paga em dólar ou em serviços internacionais por
assinatura (onde o cashback compensa de sobra), ou se é um usuário VIP que alcança os níveis altos. Para o gasto
cotidiano em reais — o mercado, o posto —, esse 2% de FX o torna menos atraente que um bom cartão de banco
brasileiro. Para solicitar, você precisa da conta Bybit verificada (KYC) e estar na região LATAM; pelo app você
ativa o cartão virtual em minutos e, se quiser, pede o físico. Minha recomendação: tenha-o como ferramenta
complementar para espremer o cashback em assinaturas e compras pontuais, não como substituto do seu cartão de
débito em reais.
Bybit Earn (rendimento sobre suas criptos)
Com o Bybit Earn você pode gerar rendimento sobre suas criptos e stablecoins, com produtos
flexíveis que creditam juros diariamente e permitem resgatar quando quiser. É uma forma de não deixar o USDT
parado, mas aplique a cautela de sempre: rendimento implica risco de plataforma; entenda de onde sai esse juro
antes de comprometer valores grandes. E compare com o Brasil: com a Selic a 14%, a renda fixa nacional já paga
muito bem em reais — o Earn faz mais sentido para quem já quer manter saldo em USDT, não como substituto do
Tesouro. Comece com produtos flexíveis e uma parte pequena do seu USDT.
Derivativos, alavancagem e copy trading: use com cuidado
A Bybit nasceu como potência em derivativos (futuros com alavancagem) e isso segue sendo
um ponto forte para o trader avançado. Também oferece copy trading, que replica
automaticamente as operações de traders destacados. Soa tentador, mas vamos ser claros, igual a qualquer
exchange: a alavancagem multiplica as perdas, não só os ganhos. Um exemplo concreto: com
alavancagem de 10x, uma queda de 10% no preço liquida (apaga) toda a sua margem; com 20x, basta 5%. No cripto
esses movimentos acontecem em minutos. E copiar um terceiro não elimina o risco: você corre a estratégia
dele sem controlar quando ele fecha. Minha posição para o leitor brasileiro médio que chega para proteger
dinheiro ou comprar Bitcoin: derivativos e copy trading sobram. Fique no spot e no P2P; se um
dia explorar futuros, faça só com dinheiro que está disposto a perder e depois de estudar.
Limites, saques e prazos reais
Os limites de operação sobem com seu nível de verificação; para o usuário comum são folgados. Sobre os
saques: se você tira cripto para outra carteira, a taxa depende da rede
(TRC-20 para USDT é o mais barato; ERC-20 pode custar mais), e a rede de envio deve coincidir com a de
recebimento ou você perde os fundos. Se quer voltar para reais, o comum é vender USDT por P2P
contra PIX e receber no banco. Como em toda exchange, um saque pode passar por revisão de segurança de 24 a 48
horas se você mudou senha, e-mail ou dispositivo pouco antes — é proteção, não bloqueio arbitrário. Faça um teste
pequeno antes de um saque grande. (E lembre: é nesse ponto que nascem muitas reclamações lentas do Reclame Aqui.)
Imposto ao operar na Bybit ante a Receita
Usar a Bybit não te livra da Receita Federal. Comprar e manter não gera imposto, mas vender
com lucro ou trocar uma cripto por outra gera ganho de capital. E há o detalhe que pesa por a
Bybit ser estrangeira: em corretora brasileira vale a isenção de R$ 35 mil/mês; já em plataformas no
exterior (como a Bybit), pela Lei 14.754/2023, os ativos são tratados como aplicação
financeira no exterior e tributados a 15% sobre o ganho, sem a isenção de R$ 35 mil. Como em
qualquer exchange, a Bybit não calcula nem retém o imposto por você: o cálculo e o pagamento são
sua responsabilidade. O prático: exporte seu histórico de operações da Bybit com regularidade,
apure o ganho e pague por DARF. As regras oficiais estão na
Receita Federal e sobre
o PIX no Banco Central do Brasil.
Bybit sozinha ou combinada com uma conta nacional? Minha estratégia
É a dúvida prática que mais me fazem, então te dou meu enfoque sem rodeios. A Bybit é excelente para
operar e acumular ao menor custo, mas por não ser uma corretora brasileira auditada — e pelo
atendimento lento que aparece no Reclame Aqui — eu não a uso como meu único ponto de contato com os
reais. Meu esquema é de duas contas: uma nacional (como o Mercado Bitcoin) que funciona como
“rampa” — deposito e saco reais por PIX com respaldo e suporte local —, e a Bybit para mover o
que quero acumular em USDT ou operar, aproveitando a taxa baixa, o P2P sem taxa e o app. Quando quero entrar,
passo reais para cripto na Bybit por P2P; quando quero sair, vendo e, conforme o caso, saco por PIX ou passo
pela conta nacional. É imprescindível ter duas contas? Não, mas combina o melhor dos dois mundos: o respaldo
local para a sua tranquilidade e o baixo custo global para a sua rentabilidade. Para valores que de verdade
importam, somo uma terceira camada — a autocustódia — e assim não dependo 100% de nenhuma plataforma.
Erros comuns ao usar a Bybit no Brasil
Quase todos os tropeços são evitáveis: (1) errar a rede ao sacar USDT (mande um teste
pequeno primeiro); (2) usar o Bybit Card para todo o gasto em reais sem contar a taxa FX ~2%;
(3) entrar em derivativos sem entender a alavancagem e liquidar a conta; (4)
depositar por PIX de uma conta de terceiro, o que retém o dinheiro; (5) não exportar o histórico
para a Receita. Nenhum é culpa “do exchange”: com um pouco de método, não se repetem.
Prós, contras e veredito: para quem é a Bybit no Brasil?
Depois de usar, isto é o que pesa de verdade:
- A favor: taxas muito baixas (spot 0,1%, P2P sem taxa), app excelente, depósito em reais por PIX, cartão com cashback e — chave — um histórico comprovado de reembolso total após o hack de 2025.
- Contra: não é corretora brasileira auditada; sofreu o maior hack da história (embora tenha reembolsado tudo); atendimento lento no Reclame Aqui (resposta na casa de 19 dias, queixas de saque/PIX); a taxa FX ~2% do cartão em reais; e, por ser do exterior, o lucro é tributado a 15% sem a isenção de R$ 35 mil.
Veredito. A Bybit é uma das melhores opções no Brasil em 2026 se você busca baixo
custo para comprar e acumular USDT/cripto por PIX, um app de primeira linha e, opcionalmente, um cartão
com cashback. O hack de 2025 foi grave, mas o reembolso total reforçou — em vez de afundar — sua reputação de
solvência. Como com a Bitget, eu não a recomendaria como sua única plataforma se a sua prioridade é o
respaldo de uma corretora nacional auditada e um suporte rápido: aí o Mercado Bitcoin complementa melhor, e o
atendimento lento no Reclame Aqui reforça esse cuidado. Comece no spot/P2P, ative o 2FA, e use o cartão com o
dado do FX claro.
→ Abra uma conta grátis na Bybit (PIX e P2P sem taxa)
Quer uma segunda opção de baixo custo para comparar? A Bitget é a alternativa mais próxima, com P2P por PIX e
um grande Fundo de Proteção.
→ Compare abrindo também uma conta na Bitget
Resumo por perfil: a Bybit é para você?
- Nunca comprou cripto: o app facilita o início; ainda assim, considere uma conta nacional para a sua primeira rampa de reais e migre para a Bybit pelo menor custo.
- Quer dolarizar com USDT: aqui ela brilha. P2P por PIX sem taxa e spot a 0,1%.
- Gasta cripto no dia a dia: o Bybit Card faz sentido pelo cashback, de olho na taxa FX em reais.
- Faz trading ou derivativos: das melhores por app, liquidez e taxas; os derivativos, só com experiência.
- Prioriza o respaldo de uma corretora nacional: combine-a com uma conta brasileira auditada.
Em uma frase: a Bybit é a conta de baixo custo com o melhor app e um cartão útil, respaldada por um
histórico de solvência pouco comum — ideal ao lado de uma conta nacional para a rampa de reais e ciente do
atendimento lento.
Perguntas Frequentes (FAQ)
P: A Bybit é confiável após o hack de 2025?
R: Sim. Embora tenha sofrido o maior hack da história cripto (~US$ 1,5 bi), reembolsou 100% dos fundos em torno
de 72 horas. É a segunda maior exchange do mundo, com prova de reservas pública e KYC obrigatório.
P: Quanto a Bybit cobra?
R: Spot 0,1%, futuros 0,02%/0,055% e P2P sem taxa de plataforma (só o spread do vendedor).
P: Dá para depositar reais por PIX?
R: Sim, por PIX e por P2P (após o KYC com CPF). A via mais barata é o P2P por PIX.
P: Vale a pena o Bybit Card?
R: Pelo cashback (2%–10%) sim, mas cuidado com a taxa FX ~2% em reais e a de conversão 0,9%. Melhor para
assinaturas do que para todo o gasto do dia.
P: Bybit ou Bitget?
R: Ambas de baixo custo e P2P sem taxa. Bybit ganha em app e cartão; Bitget em copy trading e Fundo de
Proteção. Muitos usam as duas.
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Continue lendo:
- Compare com o resto: Melhores corretoras de criptomoedas no Brasil 2026.
- Comece a comprar: Como comprar USDT no Brasil e como comprar Bitcoin.
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